O peso da alma

Ainda que me virassem do avesso e me colocassem em um quadro na parede, não entenderiam.

Meus dias eram todos cinzas, mesmo que o Sol do lado de fora estivesse fazendo o chão quase derreter os pneus dos carros e os sapatos batidos dos trabalhadores. Minha mãe me ligava sempre e dizia que ficaria tudo bem, e no mesmo segundo voltava a me tratar como se minha vida fosse totalmente normal – e isso me incomodava tanto que às vezes nem via o telefone tocar. Às vezes a consciência pesava e outras eu retornava apenas no dia seguinte.

Na verdade eu tentava levar uma vida normal, cheia de compromissos de trabalho e coisas pessoais para resolver. Chegava até mesmo a reclamar da correria da faculdade e a falta de tempo para resolver todos aqueles trabalhos ou estudar para a prova. Mas a única coisa na qual pensava, era no quanto as consequências pesam.

“Tudo bem”, respondo sempre. Mas não, não está nada bem. Se me virassem do avesso e me colocassem em um quadro na parede, feito aqueles mapas regionais, talvez eles pudessem ver o quanto está tudo fora de ordem e bagunçado. As coordenadas foram trocadas de lugar e tudo está tão confuso que nem mesmo eu sei o que fazer e como organizar.

Todos dizem que quando pensamos que estamos em uma situação ruim, existem pessoas em situações ainda piores, e não posso discordar de maneira alguma. Mas uma alma cansada, perfurada, recortada, desmontada, que sequer quer se levantar e continuar trabalhando arduamente, na esperança de que um dia tudo melhore ou volte a ser como antes, pode machucar tanto quanto.


Texto escrito por mim e publicado pela Obvious. Você pode ver a postagem original clicando aqui.

RODAPÉ

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Uma inspiração: Angelina Jolie

Todos nós temos pessoas nas quais nos espelhamos. Podem ser nossos pais, avós, tios, amigos, pessoas próximas, algum chefe ou colega de trabalho, mas também pode ser uma pessoa distante, como humanitários, presidentes, até mesmo celebridades de Hollywood. Provavelmente um dos maiores exemplos, não só para mim como também para inúmeras outras pessoas, é a atriz Angelina Jolie.

Desde muito nova – há mais ou menos onze anos, para ser mais exata – sigo sua vida através da internet, não só a pessoal ou sua carreira como atriz, mas também todo o trabalho e projetos humanitários que ela realiza junto às ONG’s e à ONU. Seu ponto de vista quando se diz respeito às pessoas me encanta, sua iniciativa para com os órfãos, seu amor por seus filhos adotivos, que não têm seu sangue, mas tem seu coração por completo, além de seu talento e seu impecável trabalho como atriz e diretora.

Angelina nasceu no dia 4 de junho de 1975 em Los Angeles e é filha do ator Jon Voight com a atriz e modelo, Marcheline Bertrand, que faleceu por conta de um cancro do ovário, o que influenciou Angelina a tomar uma decisão que pode ser considerada como um divisor de águas: retirar seus seios e os ovários. A atriz revelou que segundo exames médicos, tinha 87% de chance de vir a sofrer de cancro da mama e 50% de contrair cancro do ovário. Para saber mais, leia “O Diário de Uma Cirurgia”, escrito pela própria atriz, clicando aqui.

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Em sua juventude, era rebelde e colecionava facas. Seu maior sonho era ser dona de uma agência funerária. Começou sua carreira como atriz e modelo muito cedo e em 2000 ganhou o Oscar de melhor atriz pelo filme “Garota Interrompida”. Porém, Angelina só ficou realmente conhecida depois de estrelar como Lara Croft no filme “Tomb Raider”. Em sua lista de filmes também consta “O Procurado”, “O Turista”, que atuou junto à Johnny Depp, “Salt”, “Malévola”, no qual também atuou sua filha biológica, Vivienne Marcheline, e “Alexandre – O Grande”. Seu projeto mais recente é o filme “By The Sea”, o qual dirigiu e atuou ao lado de seu marido, Brad Pitt, após tantos anos sem dividirem as telonas.

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Angelina e Brad em cena do filme “By The Sea”.

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No filme Malévola, Angelina divide cena com sua filha Vivienne Marcheline.

Ame uma pessoa, cuide dela até você morrer. Crie filhos. Tenha uma vida boa. Seja um bom amigo. Tente ser completamente quem você é. Descubra o que você pessoalmente ama. E corra atrás disso com tudo o que você tem, não importa o quanto isso custe.

Atualmente, Angelina é casada com Brad, com quem tem três filhos biológicos e três adotados. Os dois se conheceram em 2005 nas gravações do filme “Sr. e Sra. Smith” e manteve o romance por muitos anos até finalmente trocarem alianças no ano passado. Não gosto muito de tratar sobre esse assunto, mas já que citei a forma como se conheceram e isso acaba guiando as pessoas à um pensamento errado sobre ela, direi: Recentemente, Jennifer Aniston, com quem Brad era casado na época do filme em que Angelina e o ator atuaram juntos (Sr. e Sra. Smith), deu uma entrevista dizendo que não, ela não foi traída e que na época afirmou que a traição ocorreu porque estava abalada. Mas ninguém sabe de fato o que aconteceu e nada nem ninguém pode julgá-los – nenhum dos três – por nada que fizeram ou disseram.

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Considerada a mulher mais sexy do mundo diversas vezes por revistas importantes do mercado, Angelina é considerada uma das maiores inspirações para as mulheres e uma espécie de “deusa” para os homens por conta de suas características físicas.

Não é verdade que eu fiz um seguro de um milhão de dólares para os meus lábios. Mas de todos os rumores que existem sobre mim, eu acho que esse é o mais engraçado.

Como já disse, Angelina, para mim, é uma grande inspiração. Muitos a julgam por conta do modo como guiou sua juventude, do seu envolvimento com drogas e o jeito rebelde com que levava usa vida, mas hoje, definitivamente, ela é outra mulher. Focada em seu trabalho, em sua família e em seu marido, Angelina foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas (ONU) por seu trabalho junto aos refugiados de Serra Leoa, Tanzânia e Paquistão. Em 2014 foi condecorada com o título de Dama Comenda da Mais Distinta Ordem de São Miguel e São Jorge do Império Britânico, entregue pela Rainha Elizabeth II, em um evento que aconteceu no dia 10 de Outubro de 2014, no Palácio de Buckingham em Londres, Inglaterra, pelos serviços prestados à política externa do país e pela campanha contra violência sexual em zonas de guerra.

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Angelina e a Rainha Elizabeth II

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Angelina e a primeira filha biológica, Shiloh, visitam campo de refugiados.

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Não importa quem você foi na sua juventude, o que importa é quem você escolheu para ser em sua vida. Você pode definir seu próprio destino. Você pode ser mais forte do que um passado muito difícil e superá-lo.

Dito tudo isso sobre a atriz e como agora vocês já sabem o quanto a admiro, confesso: uma das minhas metas na vida é pelo menos segurar sua mão e parabenizá-la pessoalmente por tudo que tem feito quando se trata de pessoas carentes e necessitadas de algum tipo de ajuda. Acredito que o mundo precisa de mais pessoas assim, que se importam com o próximo e procuram uma maneira de ajudar. Sim, eu sou uma fã, e quando se diz respeito à ela, pode-se dizer que sou de fato uma “tiete”.

O mundo precisa de atitudes, não de opiniões. Opinião nenhuma mata fome ou cura doença.

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E, por fim, minha homenagem à ela.

Fonte: Angelina Jolie Brasil (Site e créditos nas fotografias).

RODAPÉ

Flickr: os melhores perfis

Quando o tema principal de uma rede social é fotografia, podem ter certeza: eu faço parte dela.

Na minha opinião, um dos melhores sites de armazenamento de fotos é o Flickr. Nele encontram-se fotografias para todos os gostos e para todos os olhares. Vez ou outra descubro alguns perfis novos e acabo me apaixonando por todos, o que me fez ficar horas e horas contemplando-os. Outro dia descobri o “Qiong Wu”. Não sei nada sobre o dono, a não ser que vive em Berlin. Não sei se é mulher ou homem ou quantos anos tem. Porém, através dele descobri vários e vários outros perfis e então me surgiu a ideia: por que não indicá-los aqui?

Como já disse em outra publicação sobre fotografias, meu estilo preferido são as vintage e que expõe a natureza, portanto pessoas que capturam telas assim me fisgam facilmente. Principalmente quando a imagem transmite uma certa paz.

O perfil de hoje, como eu já disse, é da (ou do) Qiong Wu e você pode visitá-lo clicando aqui. (Lembrando que eu apenas compartilharei fotografias daqueles perfis que permitem o download das mesmas. Não quero violar os termos do Flickr ou ser acusada de plágio). Espero que gostem.

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Ah, fotografias do céu também me encantam, tanto que meu Instagram é lotado de fotos assim.

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Como eu disse: amo quando elas transmitem paz.

Como eu disse: amo quando elas transmitem paz.

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Bônus: Como eu disse, não exibirei fotografias de perfis cujo dono desabilitou o download e compartilhamento de suas obras, portanto aqui vai um perfil que eu simplesmente adoro mas que não posso divulgar as imagens: Liza Shelestun.

RODAPÉ

{TAG} Sete coisas

Sete coisas

Olá pessoal.

Geralmente trago algumas tags para o blog. Outro dia estava procurando inspiração para escrever e encontrei a “Sete coisas”, então resolvi respondê-la, pois achei bastante interessante e é outra forma de me conhecerem um pouquinho mais. Espero que gostem.

  • Sete coisas para fazer antes de morrer:
  1. Fazer um intercâmbio;
  2. Aprender a dançar;
  3. Comprar um apartamento e decorá-lo da minha maneira;
  4. Ser fluente em francês, inglês e espanhol;
  5. Visitar um observatório internacional;
  6. Ter filhos;
  7. Me casar.
  • Sete coisas que mais falo:
  1. Uai;
  2. Trem;
  3. Coisa;
  4. M*rda;
  5. Sei lá;
  6. Nossa senhora;
  7. Graças a Deus.
  • Sete coisas que faço bem:
  1. Dormir;
  2. Comer;
  3. Tirar fotos;
  4. Pagar mico;
  5. Escrever (eu acho);
  6. Dar conselhos (eu acho que às vezes eu faço isso bem);
  7. Resolver exercícios básicos de matemática.
  • Sete coisas que me encantam:
  1. Céu (lua, estrelas, etc);
  2. Pessoas calmas, que transmitem paz;
  3. Músicas;
  4. Livros;
  5. Olhares;
  6. Sorrisos;
  7. Natureza (pássaros, chuva – amo chuva).
  • Sete coisas que odeio:
  1. Pessoas falsas (que falam mal de você pelas costas e depois vem falar contigo como se fossem santas);
  2. Sol muito quente;
  3. Falar em público;
  4. Apresentar trabalhos na faculdade (o que também se encaixa em “falar em público”);
  5. Acordar cedo;
  6. Injustiça;
  7. Fofoca.
  • Sete coisas que eu amo:
  1. Dormir com chuva (dormir em qualquer situação);
  2. Ler;
  3. Ouvir música;
  4. Minha família;
  5. Tudo que transmite paz;
  6. Colorir;
  7. Escrever.

É isso, gente! Não indicarei ninguém para responder, mas, caso queiram, sintam-se à vontade.

RODAPÉ

Meu recanto virtual

Todos nós procuramos por uma válvula de escape, uma forma de fugir da realidade, de inventar nosso próprio mundo. A minha válvula é a escrita, é poder interagir com pessoas que estão na mesma situação que eu. E foi por isso que surgiu minha imensa vontade de ter um blog.

Desde o dia que resolvi ter meu espaço na internet, devo ter criado, pelo menos, cinco blogs. Alguns falavam de moda, outros tratavam do mesmo assunto do Estrofes, outros eram apenas de textos, mas nenhum me envolveu tanto. Nenhum me fez ter aquele gosto de atualizar e escrever e falar sobre assuntos diversos, até que um dia eu estava em um grupo do Facebook, encontrei um blog lindo que acompanho até hoje e decidi: Eu preciso criar outro blog – e não abandoná-lo.

Já estava pensando em investir outra vez na blogosfera há algum tempo, quando voltei a fotografar e senti uma imensa vontade de compartilhar minhas imagens com outras pessoas, mas não queria falar apenas disso, queria abranger ainda mais assuntos, queria envolver um público maior, portanto juntei tudo que gosto em um só lugar e, de repente, me surgiu o nome: Estrofes.

Ainda não há nada poético ou alguma frase de efeito que resuma o nome do blog, mas quando o nomeei, pensei em algo referente aos assuntos tratados, claro, e me surgiram inúmeras palavras relacionadas a livros e foi assim que começou a minha nova etapa na internet.

Foi bastante complicado escolher uma plataforma de hospedagem para meu blog, afinal, cada uma tem seus recursos, cada qual com suas melhores qualidades, mas nunca havia apostado no WordPress e resolvi dar uma chance, apesar de até hoje não encontrar tantos templates tão lindos quanto os feitos para o Blogspot.

Muitos me perguntam se pretendo levar o blog para outro patamar, ou seja, monetizá-lo, fazer parcerias, etc. E sim, eu pretendo, mas apesar de ver meu blog crescer e ser elogiado por muitos, ainda me sinto um pouco insegura quanto ao futuro do Estrofes, afinal, já abandonei tantos blogs e apesar de estar decidida a levá-lo adiante, muitas coisas podem acontecer. (E ainda tenho que me preocupar com a faculdade, meus problemas diários, minha vida fora da internet… É complicado ter um blog e uma vida de adulto). Mas futuramente quero garantir meu domínio e levar meu blog a outro patamar.

Não quero fazer do Estrofes o meu trabalho, apesar de escrever e blogar ser uma das coisas que mais gosto de fazer. Quero fazer do Estrofes um dos meus hobbies, um lugar onde eu posso desabafar e falar sobre tudo aquilo que gosto. Quero continuar fazendo dele a minha válvula de escape e não torná-lo maçante. Quero torná-lo uma sala de estar para todos aqueles que gostam das mesmas coisas que eu.

Sente-se e sinta-se em casa. Aceita um chá ou uma xícara de café?


RODAPÉ

{Playlist} As mais ouvidas de Agosto

Agosto foi um dos meses do ano em que eu mais descobri músicas novas e, claro, viciei em quase todas. Sendo assim, minha playlist mudou completamente. Como já disse em outras publicações, eu amo músicas calmas, que ouço em um momento de tranquilidade e que me tragam certa paz, portanto a maioria dessa lista é desse estilo. Não são músicas novas, na verdade algumas são bastante antigas, mas acho que vale, não é? Espero que gostem.

  1. Aquilo – You There

Conheci essa música através do anúncio da Unilever contra o desmatamento em vídeos do YouTube.

  1. Kodaline – High Hopes

Em uma postagem aqui do blog, alguém me indicou Kodaline e eu serei eternamente grata a essa pessoa. Essa música é maravilhosa, o clipe então… sem comentários.

  1. Rihanna – Russian Roulette

Sempre adorei todas as músicas da Rihanna e já havia ouvido Russian Roulette várias vezes, mas sabe quando a gente para de escutar uma música e um dia, do nada, volta a ouvir e vicia? Pois é.

  1. John Mayer – Free Fallin’

Eu não ouvia as músicas do John Mayer, mas certo dia eu resolvi dar uma chance e logo na primeira ele me conquistou.

  1. James Bay – Let it Go

Eu amo sons acústicos, então fui pesquisar alguma playlist do estilo no Spotify e encontrei essa linda música do James Bay. (Não, não é um cover da música de Frozen).

Eu costumava me reconhecer. É engraçado como os reflexos mudam quando estamos nos tornando algo mais.

  1. David Guetta feat. Sia – The Whisperer

Eu amo Sia, eu amo David Guetta, e então eles resolveram se unir tanto em “The Whisperer” quanto em “She Wolf” e várias outras, o que resultou em: novos vícios.

  1. Birdy – People Help The People

Todas as músicas da Birdy me encantam. Sua voz é justamente o tipo de voz que eu adoro: suave e tranquila. “People Help The People” é a minha preferida, porém também amo “Tee Shirt”, “Wings”, “Not About Angels”, “Shelter”, “Skinny Love”, “1901”, dentre outras.

  1. Gabrielle Aplin – Home

Em 2014, “Home” foi uma das músicas que mais ouvi, mas a gente acaba enjoando depois de passar dias a fio escutando a mesma coisa sem parar. Porém depois de algum tempo tive uma recaída: voltei com meu antigo vício.

  1. Hozier – Take Me To Church

Essa é a nova queridinha do povo. Hozier fez um sucesso incrível com essa música e, vamos combinar, ela é realmente boa, né?! Rendeu vários prêmios da música a Hozier, além de bastante diferente do que estamos acostumados.

  1. Birdy – Shelter

Como disse no item 7, Birdy roubou meu coração. Essa é outra das minhas músicas preferidas da cantora britânica.


RODAPÉ

Until Dawn: o jogo envolvente e aterrorizante

Quase não gosto de livros, séries, filmes ou jogos de terror. O gênero, de fato, me apavora, principalmente os que mexem com nosso psicológico, mas outro dia estava assistindo a algum vídeo no YouTube e encontrei uma gameplay de Until Dawn. Inicialmente, não quis assistir, pois o medo falou mais alto, então resolvi pesquisar um pouco sobre a história do jogo e simplesmente amei. Não resisti.

Until Dawn apresenta um grupo de oito amigos em uma festa na casa de campo de um deles em uma montanha, em Blackwood Pines, porém uma tragédia acaba com a alegria e diversão de todos eles, marcando suas vidas para sempre. Um ano depois do ocorrido, um dos amigos lhes convidam de volta para o lugar e é então que o terror se inicia.

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O jogo terá sistema de escolhas, que vai desde grandes decisões, como qual personagem você deseja salvar, ou seja, qual você deixará morrer e qual viverá, até pequenas ações, como ir para a direita ou para a esquerda. A ideia desse jogo é que cada escolha que o jogador faça, mude o passo seguinte, como um Efeito Borboleta. O objetivo é basicamente viver ou morrer.

Como um legítimo jogo de terror, Until Dawn dá sustos que te fazem pular da cadeira, há cenas violentas típicas do gênero, mas não achei tão pesado, afinal, eu sou uma baita de uma medrosa quando se trata de terror e consegui assistir à vídeos de outras pessoas jogando tranquilamente, apesar dos gritos.

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A ambientação é muito bem construída, além de existirem várias pistas que o jogador pode encontrar ou não em seu ambiente. Mas o mérito do jogo, na minha opinião, fica por conta dos gráficos. Os personagens estão muito bem modelados e apresentam expressões faciais bem realistas. Aliás, o elenco de Until Dawn é formado por atores reais, como Hayden Panettiere, a líder de torcida Claire da série Heroes, e Brett Dalton, conhecido pelo papel do vilão Grant Ward, na série Agents of S.H.I.E.L.D.

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O áudio original do jogo é perfeito, muito bem elaborado e interpretado, mas quando o trouxeram para o Brasil, erraram feio ao escolherem as vozes para a dublagem de cada personagem.

Lançado para o PlayStation 4 em 25 de agosto de 2015, Until Dawn já envolveu grande parte do público. Ainda não joguei, mas pelo que pude ver nas gameplays, ele possui um belo gráfico e boa jogabilidade.

Um trailer do jogo foi apresentado pela PlayStation na Gamescom de 2014 e você pode vê-lo abaixo:


RODAPÉ